Certifica-se Como Artista Real Na LEA. Começa Agora
Logo da Lea.co.ao

Artistas Recém Adicionados

José Fragoso
José Fragoso Escritor
📅 25-10-2026
Kadaff
Kadaff Cantor
📅 29-10-2026
Milton Santo Coelho
Milton Santo Coelho Actor
📅 18-10-2026
Carla Baptista
Carla Baptista Argumentista
📅 17-10-2026
Lucas Pedro
Lucas Pedro Escritor
📅 25-10-2026
Vd Nadjey
Vd Nadjey Cantor
📅 18-10-2026
Edynhu S
Edynhu S Cantor e Produtor
📅 29-10-2026
Carlos Paca
Carlos Paca Actor
📅 18-10-2026

ARTIGOS

/images/noticias/Kanye-Wests-Wireless-performances.jpg

Reino Unido barra entrada de Kanye West e Wireless Festival é cancelado

Fonte Lea.co.ao Data 2026-04-07 17:50:39

Decisão do governo britânico impede atuação do rapper e deixa fãs desapontados

/images/noticias/o-regresso-dos-bts.jpg

Clube S transmite BTS ao vivo e reúne centenas de fãs em Luanda

Fonte Lea.co.ao Data 2026-03-22 04:09:38

Evento no Kapossoca celebrou o regresso do grupo sul-coreano com música, dança e cultura coreana

/images/noticias/Da Literatura ao Teatro Infantil - A ultima Masoxi.jpg

Da Literatura ao Teatro Infantil, Uma Obra de Superação e Resiliência

Fonte Lea.co.ao Data 2024-11-10 23:59:56

A emocionante narrativa do jovem autor angolano Beni Dya Mbaxi é transformada em uma peça teatral musical para crianças, abordando temas profundos com sensibilidade e trazendo uma mensagem de esperança.

Quem está na lea.co.ao

 Nairo Poliglota 0

Nairo Poliglota é um rapper angolano comprometido com a realidade do gueto e a luta contra o preconceito. Autor do álbum Ritmo e Palavra e docente do ensino primário, ele também desenvolve um projeto comunitário no bairro Ngonhá, onde busca transformar vidas por meio da educação e da arte.

Criado entre o Sambizanga e a Comarca, Nairo encontrou na música uma forma de expressão e resistência. Sua trajetória no Hip-Hop começou em 2006, influenciada pelo irmão mais velho e pelo movimento cultural África Bambata, que reforçou sua missão de cantar as dificuldades e aspirações de sua comunidade.

Além da música, Nairo idealizou o projeto Livre dos Escombros, onde aborda questões sociais como a discriminação e a acessibilidade, temas centrais da sua obra Abaixo o Preconceito. Seu trabalho tem sido amplamente reconhecido e promovido, levando-o a se apresentar em palcos como o Elinga Teatro, em parceria com o coletivo Manhã de Rap.

Para Nairo, a arte não é apenas um meio de entretenimento, mas uma ferramenta de libertação e transformação social. Como educador, ele busca ampliar o acesso ao ensino em sua comunidade, tendo alugado um espaço para criar salas de aula diante da carência de escolas públicas. Apesar dos desafios, continua a lutar por apoio e investimentos para expandir seu impacto.

Com um discurso forte e uma atuação incansável, Nairo Poliglota segue usando a música e a educação para inspirar e promover mudanças reais, destacando-se como uma das vozes mais autênticas do rap consciente em Angola.

Nairo Poliglota
 Dodo Miranda 0

Adão João Gomes de Miranda, mais conhecido por Dodó Miranda, nasceu a 12 de Dezembro 1973, 'acidentalmente' na República Democrática do Congo, (ex Zaire), onde seus pais encontraram refúgio durante mais de três décadas. Na RDC foi matriculado numa Escola primária e secundária dos angolanos, avaliada pelo Colégio Português, uma escola consular da Embaixada de Portugal em Kinshasa.

Ainda naquele país, onde seus pais frequentavam um grupo coral (Coro dos Magos da Igreja Menonita), Dodó Miranda manifestava já o interesse de frequentar os ensaios, daí iniciou a marcar os primeiros passos captando as primeiras notas musicais, sob orientação do Mestre Meneses.

Foi mais tarde admitido como corista, mas depois de calorosas reuniões da Comissão técnica do Grupo Coral, que tinha opiniões divididas se pudesse admiti-lo ou não, devido a sua idade (apenas tinha cinco anos). Segundo os regulamentos internos do grupo, somente jovens dos 12 aos 45 anos eram admitidos. Todavia, houve uma excepção na sua admissão pela sua dedicação e aptidão.

Aos oito anos, integrou o leque de compassistas daquela colectividade cristã, tendo se tornado, mais tarde, arranjista e director técnico do mesmo coro. Os seus primeiros maestros, o falecido Rev. Pastor Adão Pedro de Meneses, ManLeite, Abel da Cunha, nunca hesitaram de confiar a regência do coro ao Dodó Miranda, mesmo que a sua idade fosse uma preocupação.

A sua vocação foi notória e atingiu o seu apogeu com a influência do grande maestro congolês, Mestre Joassain Ipipo Zorino que o ensinou a praticar o "Tonic Sol Fa" (uma técnica de escritura musical – vocal). Na verdade, foi o arranque deste jovem cantor para as mais variadas técnicas musicais, como por exemplo, transpôr as músicas em pautas de "Solfégio" para "Tonic Sol Fa", a prática de teclados e flauta.

Em 1995 ingressou a Academia de Música de Luanda, depois de ter frequentado vários seminários ministrados pela Igreja Menonita e por missionários americanos. O seu gosto pela música sacra é fruto da influência sofrida por artistas de renome mundial, ainda na década de 1980, entre os quais Marvin Gay, Aretha Franklin, Mahalya Jackson, Golden Gate Quartet, Les Palata, Luís Armstrong, Ray Charles, trio sango malamu, os blues feitos na época por BB king, Muddy waters, e teve fortes influências do grande pioneiro da música gospel congolesa o então falecido Charles mombaya massain .

Em 1993 integrou os Bumba Brothers, junto dos seus amicíssimos Euclides e Hendrick Bumba, um grupo cujonome mudou em 1997 para M.B Genius. Com aquele agrupamento gravou o disco “M.B Genius”, pela editora portuguesa Valentim de Carvalho. Tem ainda publicados os discos a solo “Venha Jesus!” e “Maranata - Vinda de Jesus”, saídos em 1997 e 2001, respectivamente.

Em 2006 publicou “Canções de Natal”, hoje já conta com 7 albuns gravados.

Vencedor da primeira edição do Festival de canções da Rádio Nacional de Angola (RNA), em 1997, interpretando a música em Kikongo "Tunsanisa". Em 2006, venceu mais um festival da canção organizado pela LAC, interpretando um tema do Jomo Fortunato “Vento”. Tem estado a participar em vários festivais musicais de jazz e gospel na Europa.

Hoje pode-se afirmar, sem sombra de dúvidas, que Dodó Miranda tem sido um dos cantores que revolucionou a prática do canto coral em Angola, e um dos músicos mais solicitados em arranjos vocais, tanto instrumental, constituindo também um padrão para a nova geração de artistas que defendem a bandeira nacional em eventos de renome internacional, onde é sempre convidado a actuar.

Actualmente, Dodó Miranda tem promovido vários jovens artistas na produção de obras no seu próprio estúdio. Nunca deixou de orientar ao Grupo Coral que lhe formou e aos demais coros de diferentes denominações religiosas, dando workshops e aulas de canto.

Aquando do espectáculo de Lokua Kanza no Cine Karl Marx, , o músico congolês africano que evolui na França testemunhou a vocação do Dodó Miranda confirmando que era uma das grandes revelações da música africana, pois já havia feito várias digressões, mas nunca viu um músico igual ao Dodó Miranda.

A sua participação em vários projectos musicais nacionais e internacionais, tem se notabilizado não só em quantidades consideráveis, mas também em qualidade a respeitar. Já trabalhou com vários artistas nacionais (Paulo Flores, Filipe Mukenga, Mário Garnacho, Héllio Cruz e Wando Moreira, senão a maior parte dos artistas da velha e nova geração), internacionais (Lokua Kanza, Jorge Vercillo, Manu Dibango, Yousouf Ndour, Cisco (dhru hill) Usa, Prissk e vários outros) cantando em idiomas nacionais como Kimbundu, umbundu, kikongo, tchokwe, português, francês, inglês, italiano etc ...

Actualmente, Dodó Miranda tem levado a cabo uma carreira a solo, fazendo fusão world music , gospel – jazz , enfrentando a arena musical internacional em cumplicidade com o conceituado músico Mário Garnacho.

Fonte:Newvibe

Dodo Miranda
 Nganjeta 0

Compositor, cantor e trovador, “Nganjeta”, nome com o qual ficou conhecido na representação, no início da série humorística “Conversas no Quintal”, faleceu no dia 25 de Janeiro de 2006.

Em novembro de 1961, Beto Gourgel começa a estudar na Casa Pia de Lisboa e é aí começa o seu verdadeiro contacto com a música. A Casa Pia, enquanto instituição de benemerência, foi uma das grandes referências culturais do passado de Beto Gourgel.

De lá, inicia o processo de aprendizagem musical por "necessidade espiritual", recordava, referindo os professores Livramento e Jaime Silva Barcarena como sendo os seus principais impulsionadores, numa altura em que dava os primeiros passos no contacto com a guitarra.

Nessa época, Beto Gourgel interpretava, nostálgico, as músicas do
Duo Ouro Negro e canções da sua infância, facto que o ajudou a contornar o enclausuramento e a solidão dos duros tempos da Casa Pia de Lisboa, uma adaptação que não foi, de modo algum, fácil.

Roberto do Amaral Gourgel, filho de Roberto Pio do Amaral Gourgel e de Luísa Gaspar Domingos Gourgel, nasceu no Caxito, a 11 de Maio de 1948, e apresentou-se pela primeira vez em público, em 1964, numa festa de estudantes da Casa Pia de Lisboa. A festa fora organizada com o objectivo de angariar fundos para os finalistas, proventos que os ajudariam a enfrentar os primeiros tempos de vida activa.

Depois do 25 de Abril de 1974, Beto Gourgel participa no Festival Canto Livre – uma emanação do "Canto Libre" do Chile. Nesse Festival, representa a freguesia da Amadora, conquistando o primeiro lugar, ex-aequo com Carlos Paulo e Duo Tojal. Daí foram-se multiplicando as actuações em território português e forma o "Duo Chatear a Direita", com Carlos Paulo. Beto Gourgel conhece, nessa altura, o cantor moçambicano Virgílio Massingue, a finlandesa Eila Hellevi Lehtinen e a Micas – igualmente moçambicana – e formam o "Quinteto a mesma luta".

O Quinteto dura até 1977, altura em que Beto Gourgel decide vir para Angola e revive a música, de forma involuntária, num reencontro musical com André Mingas, Carlos Pimentel e Filipe Zau. Daí foi o grande sucesso num grande espectáculo realizado no Cine Karl Marx, com o Duo Beto e Eila.

Beto Gourgel trabalhou com os Irmãos Kafala, Duo Canhoto, Mito Gaspar, Semba Muxima e Kituxe e seus Acompanhantes, para além de importantes incursões na Televisão Pública de Angola. Beto Gourgel afirmava convicto: "o que fiz valeu a pena. Só lamento o facto de não ter cometido mais asneiras... às vezes por comedimento evitei coisas boas", brincava no seu tom humorístico. O sentido de humor sempre acompanhou Beto Gourgel, uma característica temperamental que o ajudava a equilibrar o sentido e o vivido.

Beto Gourgel faleceu, por doença, no dia 25 de Janeiro de 2006, e foi a enterrar às 14h45, do dia 28 de Janeiro, ao som do clássico "Muxima". Nos últimos anos da sua carreira, além de cantor, compositor e trovador, Beto Gourgel experimentou, com reconhecida notabilidade, a representação, tendo contracenado, como Nganjeta, com o cantor Dionísio Rocha, no início do programa "Conversas no Quintal ", uma animada série humorística da grelha da Televisão Pública de Angola.

Consta ainda da sua biografia, a frequência de um curso industrial de Tipografia e Fotografia, em 1981, tendo coordenado a comissão instaladora da UNAC (União Nacional dos Artistas e Compositores), da qual foi eleito presidente de direcção, de 1984 a 1986. Beto Gourgel foi ainda funcionário do Ministério da Cultura, cronista do Jornal de Angola e animador, com Manuel Dionísio, do programa !Bom dia, bom dia" da rádio, Luanda Antena Comercial. Beto Gourgel experimentou com reconhecida notabilidade representar o humor.

Nganjeta
 Silvestre Quizembe 0

Silvestre Quizembe (Silvestre Isaac Quizembe Panzo) é um artista plástico angolano, nascido em 1991, em Quitexe, província do Uíge, Angola. Demonstrou interesse pelas artes desde a infância, iniciando o seu percurso artístico ainda jovem em contacto com ateliers de artesãos locais.

Em 2004, tornou-se discípulo do artista plástico Paulo Bem Vindo, com quem trabalhou durante cerca de seis anos, período determinante para a consolidação da sua linguagem visual e do seu interesse pela pintura, escultura e experimentação de materiais.

Atualmente, Silvestre Quizembe desenvolve a sua formação académica em Artes Plásticas, sendo finalista do curso na Escola Superior de Arte e Design, em Caldas da Rainha, Portugal. A sua prática artística caracteriza-se por uma abordagem multidisciplinar, integrando pintura, escultura, baixo-relevo e objetos tridimensionais, recorrendo a materiais como cartão, metal, barro, tela e objetos encontrados.

A sua obra apresenta uma forte dimensão figurativa e simbólica, com uso expressivo da cor e recorrentes referências autobiográficas. Explora temas ligados à identidade, memória, espiritualidade e experiência humana, utilizando frequentemente auto-retratos, máscaras estilizadas e composições oníricas, por vezes associadas a ações performativas.

Silvestre Quizembe participou em diversas exposições individuais e coletivas em Angola e em Portugal. Destaca-se a exposição individual “Unirmandade”, realizada em 2018, no Centro Cultural Português (Camões), em Luanda, bem como a sua participação em mostras coletivas como “Gina Diama (Meu Nome, Minha História)” e “Fala Só”, na Galeria Artistas de Angola, em Lisboa.

Em 2016, foi distinguido com o Prémio Juventude no EnsaArte de Artes Plásticas, reconhecimento que reforçou a sua afirmação como um dos artistas emergentes da nova geração das artes visuais angolanas. Atualmente, mantém uma participação ativa no circuito artístico, colaborando com instituições culturais e galerias em Angola e no exterior.

Silvestre Quizembe
 Chris Vineva 0

Cristina das Dores Vinevala Vicente, conhecida artisticamente como Chris Vineva, nasceu a 6 de dezembro de 1996, no município de Cacuaco, bairro Alto Vidrul. Atualmente vive em Icolo e Bengo, no município do Sequele, também no bairro Alto Vidrul.

É filha de pais separados e tem 11 irmãos: cinco por parte do pai e seis por parte da mãe. É a terceira filha paterna e a primogénita materna. Desde os cinco anos vive com a avó, com quem cresceu e permanece até hoje.

Além da carreira artística, Chris Vineva é professora e possui formação em Pedagogia Geral. A sua ligação com a música começou em 2017, inicialmente no estilo Hip Hop, influenciada pelo primo Efhát. Foi ele quem a apresentou a Khalle Ferref, que na altura formava o grupo 3H – Hotel do Hip Hop. Depois de a ouvirem cantar, convidaram-na a integrar o movimento, dando início ao seu percurso musical. Embora sempre tivesse gostado de cantar, era tudo novo para ela, e foi aprendendo gradualmente.

No início, não sabia escrever letras nem compassar, mas contou com o apoio e orientação de Khalle Ferref, que a incentivou a desenvolver a própria escrita. Em 2017 compôs a sua primeira música, Hoje Não, no estilo R&B. A partir daí ganhou confiança e continuou a escrever, lançando em 2018 a sua primeira EP, Meu Eu, com seis faixas.

Em 2019 lançou duas músicas soltas, incluindo Love dos Gangsters, em colaboração com Khalle Ferref. Nesse mesmo ano venceu o prémio de Best Rapper da Vidrul, com 33% dos votos.

Em 2020 trabalhou com Gilypa D’Look, na produtora D’Look Production, onde participou no hino Bully com Family. Em 2021 iniciou a produção do projeto MixtaVineva com Jorge Neto, mas devido a dificuldades técnicas da produtora, pediu apoio a Khalle Ferref, da produtora 68, para concluir o trabalho. O projeto, uma mixtape de 12 faixas com participação de cinco artistas, foi finalizado com sucesso.

Nos anos seguintes, lançou apenas uma faixa em 2024 e participou no concurso Top Word Cacuaco, onde venceu na categoria de Melhor Voz Feminina do Município de Cacuaco.

Em 2025 interrompeu a carreira devido a problemas de saúde. No mesmo mês enfrentou uma perda profunda: a morte da irmã de 26 anos, grávida de sete meses, vítima de homicídio, deixando um filho de sete anos. Este acontecimento marcou profundamente a artista.

Em 2026 regressou aos palcos e gravou uma nova faixa. Atualmente trabalha de forma independente e não está vinculada a nenhuma produtora.

Chris Vineva

Produtos & Serviços

EM BREVE


Griotologia Kz 1000 Obra Virtual
Raptitivo Kz 1000 Obra Virtual
Eme Mwene Kz 1000 Obra Virtual
Fénix Kz 1500 Obra Virtual


Maximize os leads e as conversões

Garanta contatos de maior qualidade e aumente suas taxas de conversão.

Aumente as vendas online

Esteja presente onde seus clientes estão e impulsione o tráfego para seu site, aumentando as vendas.

Gere mais visitas à loja

Traga mais clientes para o seu estabelecimento e aumente as vendas presenciais.

EM BREVE


EM BREVE


EM BREVE


Entrega ao Domicilio Gratís No Kilamba

Clica aqui para mais informações

Entrega ao Domicilio Gratís No Morro Bento

Liga agora para o nosso pessoal.

Entrega ao Domicilio Gratís Na Maianga

O pessoal da Maianga está a espera